Além do silêncio: Incontinência urinária e o impacto na vida da mulher
- Diana Dias
- 28 de fev.
- 2 min de leitura
Atualizado: 11 de mar.
Muitas mulheres acreditam que perder urina ao rir, tossir ou correr é uma consequência "normal" do envelhecimento ou da maternidade. Precisamos ser diretas: perder urina, em qualquer idade ou quantidade, não é normal. A incontinência urinária afeta profundamente a qualidade de vida, impactando a autoestima, a vida social e até a saúde emocional. Muitas mulheres deixam de se exercitar, evitam viagens ou se isolam por medo de episódios de perda.
Conhecendo os tipos mais comuns
Para tratar, primeiro precisamos entender como a perda ocorre.
Os principais tipos de incontinência são:
Incontinência de esforço: É a perda que acontece durante atividades físicas, espirros, tosses ou risadas. Ela ocorre quando a resistência dos músculos do assoalho pélvico não é capaz de suprimir a pressão da bexiga.
Incontinência de urgência: está ligada a uma hiperatividade do músculo da bexiga. É aquela vontade súbita e incontrolável de fazer xixi e que às vezes não dá tempo de chegar ao banheiro; ou aquela ansiedade de sempre ter um banheiro por perto; ou ir no banheiro constantemente de forma preventiva por medo da vontade apertar e não ter pra onde correr.
Incontinência mista: Quando a mulher apresenta sintomas misturados de ambas incontinências citadas acima.
A fisioterapia pélvica é considerada a primeira linha de tratamento para a maioria desses casos, com resultados excelentes e baseados em evidências científicas. Mudanças comportamentais, exercícios coordenação e treinamento muscular são a base e algumas das ferramentas usadas durante tratamento.
O cuidado especializado une técnica e acolhimento para que você volte a sorrir, pular e viver sem preocupações.
Retome o controle da sua vida!
Procure um profissional especializado para te ajudar nessa jornada.
Dra Diana Dias
Fisioterapeuta Pélvica
CREFITO 1/446564-F



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